23.1.11

Hospede equilíbrio!

Quem nunca leu A Hospedeira de Stephanie Meyer? Indico! E a quem sequer ouviu falar tenho o prazer de ser a primeira a resumir! Nossa! A autora revelação me tem cativado e surpreendido. Apesar de histórias fictícias, seus livros vêm envoltos em reflexos sobre o nosso ser, exercer o ser, claro, que para quem se permite enxergar e aplicar entendimento além do obvio.

Acabei o livro tem uns mesesinhos (quase ano) e deixei guardado alguns rascunhos que agora aprimorei pra postar, espero que não seja tarde...



A hospedeira vem diferenciar a alma e o corpo ‘hospedeiro’, o quanto eles são ligados, se necessitam, se limitam, e ‘pensam’ de forma tão distintas. A alma é a pureza, a visão boa de tudo, a perfeição na cura, no tratamento, no relacionamento, na doação, fidelidade, a crença. Para o corpo, que outro significado seria tão bem utilizado quanto o "carnal" de ser? O disfarce, sobresalto, descrença, vingança, o impulso, a coragem, a passagem repentina do carinho para raiva, o ódio, limitações, a paixão avassaladora. Eles se unem em amor, conduzidos pelos sentimentos e constante luta interna na formação de todos os seres.

Essa é a minha lição de um livro que na verdade ‘desgruda’ totalmente esses dois aspectos do ser, numa guerra literal onde almas dominam corpos humanos como testes de alocação (sem notar maldade nisso). São alienígenas que saem testando a vida em seres de outros mundos e apesar de encontrarem nos corpos da Terra seus ‘hospedeiros’ mais complexos, são estes também que os tornam mais cativantes e desejados, que conteplam sua ‘plenitude’ de sentidos. 

Como em toda extinção, restam alguns sobreviventes escondidos e que se rebelam sempre que possível contra a espécie “inimiga” por existência, que causa o aprisionamento de seu ser dentro de seu corpo. (COMPLEXO, mas ao passo da leitura será mais fácil entender, garanto!)

Daí surge toda história enfocando uma alma que se apaixona por seu ser e sua vida passada, aventurando-se na busca pelos seus amados, e ao se encontrarem tem sua vida ‘milagrosamente’ poupada, e apesar da difícil convivência na sociedade, aprendem, ambas alma e corpos, Melanie e Peregrina, que as possibilidades de relacionamento, necessidade e entendimento vão muito além do que imaginam...

Stephanie é bem mais futurística e super criativa que eu, diria. Mas me envolve o fato dela conseguir deixar subliminar pra mim a idéia de que a ‘simplicidade’ de viver, equilibrar relacionamento, você carnal (corpo) e você sentimental/espiritual (alma), já é suficientemente complexa.

E a propósito, eu quero pra mim amor de corpo e alma (que não se distingue na realidade, é uma coisa só, sou eu) sempre!

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