21.2.11

Na sorveteria

Uma sensação estranha. Após tanto tempo ela perguntava por você, porque quem nos via sorrindo nunca saberia que tivemos um triste fim. Doeu, a dor de quando morre alguém que a gente ama quando lembrei de você. Esse texto não é um recado pra você, você que permanece existindo por aí não é o que eu conheci, aquele ser incrível que fez diferença para mim. Nada mudou! Eu continuo gostando dele e achando você um idiota-insensível-desvairado. Continuo querendo distância de tudo que você tornou ele para tornar-se. E hoje eu nublei, em luto, por lembranças daquela primeira pessoa que eu conheci e amei. Porque apesar de simples, nunca foi fácil entender que carrego um coração onde tantos possuem um concreto de gelo.










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