8.5.11

Amor de mãe!

Nunca "cortei tanto cabo de bode" pra escrever e talvez isso não seja nada além de receio. Eu sei que na maioria das vezes não gostamos de nossos textos e estar pensando nisso nesse momento é uma válvula de escape. Mas mostrarei quem comanda isso aqui, não é à toa que começo a escrever com 5 dias de antecedência...



 Hummm, quem manda nisso aqui, não, não no blog, em mim... por muito tempo e com a entonação de autoridade foram meus pais, hoje resta minha consciência que manda impulsos frequentes da existência de seres que irradiam luz a cada propensão de brilho meu e sofrem junto comigo ou por mim e fazem tudo pra me ver feliz.

Mas é curioso que nós, sim, todos, até quem são pais hoje, quando davamos deslizes ou ao menos imaginavamos que algo pudesse sair dos conformes e chegar ao ouvido dos nossos pais, por mais que a bronca pudesse ser dramatizada na figura paterna, não era isso, nem eram nas consequências que enfrentariamos, nem na na auto-enganação de coragem que as vezes utilizavamos para chamar a atenção... era instantaneamente na palavra mãe que pensávamos, minto? "Se eu morrer minha mãe me mata", "se eu não chegar em casa no horário minha mãe me mata", "se minha mãe descobrir tô morta"... vai dizer que você não foi comicamente exagerado assim nenhuma vez?

Mas por quê, porque tememos a reação de nossas mães e chegamos a afirmar que o ser que mais preza e prezou por nossa vida desde que éramos apenas rascunhos de gente poderia nos matar?

Somos conscientes do amor de mãe! E claro, como Deus, nossa mãe é detalhista, ela deve ter um sensor "lie to me" capaz de decifrar e descobrir tudo que fez muitos de nós, os mais medrosos "desembuxar" logo, mesmo que não fosse o "bicho de sete cabeças" que acreditávamos.

Ahhh, nossas mães... elas prestam atenção nas pequenas coisas que nos fará pessoas melhores, sim, os filhos delas tem que ser exemplos e os mais valorosos e mesmo que não sejam, seus olhos conseguirão achar algum mérito para ser alardeado. Porque besteirinhas são expostas na parede e transformadas em quadros expostos lá no meio da sala pra nos matar de vergonha, mas que tem uma história que ela consegue contar de uma forma tão "criança com brinquedo na mão" que dá pena de tirar ou esconder. São coisinhas guardadas por anos na gaveta do criado mudo e sem nem ao menos que você saiba está guardado pertinho dela, como simbolizando uma forma de nos manter sempre próximos, como se lembretes pra suas orações de madrugada...

E em sã consciência é possível não compreender esse amor? Amor que cuida, que custa, que chega a enjoar. Amor que cobra, que tem metódos, que é liberal, mas pode manipular. Amor que entende, compreende, mima e pode até estragar. Amor que erra, amor que acerta. Amor que acusa, amor que conhece, amor que defende. Amor que ameaça, amor que não consegue cumprir a ameaça. Amor de longe, amor de perto, amor de verdade. Amor racional, amor emocional, amor curioso... Amor de mãe!

Muitos afirmam que é o único verdadeiro, ou acredito em mais alguns, mas se Deus citou esse como exemplo tem uma moral a mais não é?! Você cosegue imaginar outra pessoa além de sua mãe arranjando formas de "malabarizar" os problemas pra polpá-lo deles? se privando ou mesmo se colocando em 2º plano para que "eles cresçam..."? Até nos engordar um pouquinho e engomar nossa aparência hein?! É impossível enumerar as facetas que só nossas mães são capazes para implantar em nossa consciência a repulsa em decepcioná-las.

Eu não sei se ao menos uma vez na vida você já passou o dia das mães distante da sua e isso é um tanto quanto estranho... não resolve o consolo de que dia de quem a gente ama é todo dia, é quase impossível não ser influenciado pela redoma devastadora que o dia das mães causa. Mas certamente é mais uma forma de lembrarmos de agradecer a Papai do Céu por nossas mãe, e um incentivo pra não economizar no carinho no próximo encontro! ;)

Feliz dia das mães mãe! e vós e tias e babás... hauauahu





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