7.9.11

Independência e morte!



Inacreditavelmente passei o dia debatendo a palavra independente. Estou cansada da relatividade e chego a pensar que isso não é coisa de gente. Em incontáveis coisas não nos bastamos, infelizmente! Estou sujeita a uma greve que afirma lutar por mim, se eu pudesse passar a bola teria meus direitos acolhidos de outra forma, mas é belo o sonho da perfeita solução de problemas de toda uma geração. Ser Deus é demais pra mim...A tudo que somos submetidos é mérito de uma maioria com poder adquirido! Povo todo poderoso. Libertaram expressões que calam qualquer autonomia. A independência? Mia!

Tenho a possibilidade de sair, voar e não estou contente. Sou livre e continuo dependente. Lembrei que amanhã acaba o feriado e que a folga da vida que tirei vai deixar tudo errado. Estamos todos condicionados. O país continua preso e que nós ainda mais, o dinheiro (ou a falta ou a busca...) é o que torna vítima fugaz.

De forma mais romântica penetrei os sentimentos: quem gosta dá satisfação, quem ausenta trás tormento. E o que se faz com uma liberdade quando não se livra de pensamento?

Talvez ao gritar Dom Pedro tenha esquecido que a morte é certa e não opção. Talvez apenas vestimos independência sem sequer saber que canção rege a nação. Ser brasileiro é orgulho que não extermina a decepção. Ao perguntar nas ruas comemoramos apenas um feriado. Talvez vivendo teimando com o tempo, acreditando ter para perder, poder esquecer... mas o tempo, não! Ele não vai nos esquecer...

A dependência é ser mero mortal, a independência é tatear um mundo irreal!  

Por um turbilhão de pensamento,
respeito o silêncio!

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