23.11.11

Proximidade


Sabe aquele versículo que rege haver tempo para tudo embaixo do céu? Pois é... Tempo de aproximar é o que eu vim falar hoje aqui.

Momento certo, oportunidade, nem tanto nem tão pouco... Talvez seja esperar demais das pessoas, em especial dos homens que divergem entre não perceber o mole que tão recebendo ou, ainda pior, o mole que tão dando, não é?! Explico!

Sabe aquele elogio que você faz aos belos olhos da garota quase encostando os narizes? Pode ser perfeito se não for no segundo dia de contato. Mas aquele toque de leve na cintura para indicar o caminho já é outra coisa...

Sabe aquela foto que você viu e achou o corpo da menina "gostoso pra porra"?! Não vai comentar com ela desse jeito, muito menos imitando a pose, por mais amigo e sincero que você se ache. Mas se você falar que gosta de fotos e que as dela em especial te encantam...

Sabe aquele abraço carinhoso e bem coladinho?! Não demore mais que o normal antes que ela perceba que é mesmo uma tirada de lasquinha. Mas se você conseguir fazer com que ela se sinta a vontade pra te abraçar...

E sabe também aquele shortinho massa que ela usa ou a hora H de tirar a roupa que ela trás por cima do biquíni?! Qualquer comentário mais invasivo ou observador pode ser o fim das tuas próximas e boas visões. Mas se você fizer uma visitinha desinteressada ou um convite pra ela entrar no mar...

Sabe por que falo isso? Porque nesse mundo em que "gostosa" virou elogio, tem coisa se confundindo por aí... Mulheres pensam o contrário da ideia de que pelo fato delas serem seres mais sentimentais não possuem raciocínio. Complexo! Mulheres se inibem. Mulheres não se sentem a vontade com qualquer elogio. Não são todas as mulheres que são fáceis ou estão fazendo doce. Mulheres podem cortar uma intimidade forçada extinguindo tuas chances sem que você nem mesmo perceba...

E é diferente alguém que sabe chegar ao limite de uma proximidade, daqueles que estragam até a confiança de uma amizade que poderia quem sabe, talvez, com uma boa dose de insistência e vodka dar sequência a alguma relação.

Gracinhas do tipo "quando você vai me dar seu telefone?", "você gosta de cinema? pois é, vou ser futuro cineasta" (isso não foi um convite?!), "se fosse você me colocava no meu lugar" são carões que às vezes colam, que não fazem as gurias se acharem nem te dá o título de, no mínimo, descarado. Não pareça ofensivo, em ataque, tão espantador. Você não precisa se distribuir em bandeja e muito menos achar que pode se servir. #FIKDIK!


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