11.5.14

Nome doce



Quando eu e meu irmão revezávamos em chamar minha mãe, em algum momento ele gritava: ôh nome doce! E é.

Pouca coisa nessa vida é doce como mãe e não enjoa. Doce demais é ruim, por isso as mães brigam de vez em quando. Tem doces sofisticados e doces de todo dia. Aqueles trabalhosos e aqueles simples. Aqueles preferidos por quais a gente sente desejo. Aqueles grandões e aqueles enxutinhos.

O fato é que quando desfruamos de um bom quitute é involuntário não agradecer aos céus pelo pequeno exemplo de como a vida é boa e vale a pena ser vivida... a mesma sensação que nos proporciona um abraço e colo acolhedor de mãe, um beijo que preenche, uma companhia sem condição e até aquelas perguntas chatas que são as pitadas especiais pra diferenciar o sabor...

Dia de mãe é todo dia, mas é doce ver as ruas, o Face, as pessoas mais adocicadas, declarando amor hoje. Falo isso aqui, toda açucarada sendo presenteada com a presença da minha.

Amor só de mãe, ouvi de alguns, e reconheço, é difícil não tê-lo ou se desvencilhar desse, afinal, quando alguém quer presentear e não sabe o que dar, não erra ao escolher a caixa de doces.

Antes de qualquer parabéns eu agradeço a minha (Vanda), avós, tias... aquela bombonière que Deus fez toda especial pra mim e pela qual não me importaria morrer de diabetes, contanto que a vida permaneça cercada de doces!

Um dia mais que feliz pra aquelas que ensinam o que é sublime doando todos os ingredientes que envolve a doçura de mãe!


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